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A Câmara Federal vê-se às voltas com uma votação crucial, a que autoriza a Petrobras a transferir para “terceiros” áreas altamente prolíferas que ela recebeu da União em condições excepcionalmente vantajosas simplesmente por ser uma estatal brasileira.

Sobre o assunto quero dar um testemunho, especialmente para meus ex-colegas parlamentares, com os quais, em épocas passadas, convivi por vinte anos.

A Argentina fez de novo. Como em 2010, com outro governo, quando aprovou o casamento civil igualitário depois de um amplo debate social, agora os hermanos deram o primeiro passo para legalizar o aborto seguro e gratuito. Na manhã desta quinta-feira, depois de uma sessão que durou mais de vinte horas e virou a noite, com milhares de mulheres nas ruas e um inédito “ibope” na transmissão online, em clima de Copa do Mundo sem futebol, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto impulsionado pelo movimento de mulheres, que agora passa ao Senado, onde também deve receber aprovação.

A próxima segunda-feira (18) é Dia Nacional de Luta em defesa da Petrobras e os petroleiros convocam atos e mobilizações contra a venda de refinarias da estatal anunciada pelo governo. A data foi escolhida porque é quando termina o prazo para a seleção das empresas interessadas na compra destas refinarias.

Uma onda verde avança na América Latina. Teve início no extremo sul da região. Quando eleito, o Papa Francisco surpreendeu-se com a escolha, pois “venho quase do fim do mundo”, disse ele. Para nós, a Argentina não é o fim do mundo, e a razão é mais do que a rivalidade no futebol: para as mulheres, nasce ali a esperança. É de lá que se anuncia uma decisão inédita do Congresso Nacional – a possibilidade de descriminalizar o aborto até as primeiras 14 semanas de gravidez. Se aprovada como lei, nenhuma mulher mais poderá ser presa por interromper uma gestação.

O PSOL protocolou nesta quarta-feira (13), no Conselho de Ética da Câmara, representação pela cassação do deputado federal Nelson Meurer (PP/PR), condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A execução da vereadora Marielle Franco, do PSOL do Rio de Janeiro, completa, nesta quinta-feira (14), três meses e continua sem resposta por parte das autoridades responsáveis pela investigação. Assassinada na noite do dia 14 de março, no bairro do Estácio, após sair de uma atividade com jovens negras na Lapa, Marielle era a única vereadora do partido no Rio e foi a quinta mais votada entre todos os parlamentares da Câmara Municipal, nas eleições de 2016. O motorista Anderson Gomes também foi vítima desse crime bárbaro.

Alessandra Soares, 26 anos, moradora do morro da Coroa, no Rio. Mãe de uma bebê de dois meses e de uma menininha de dois anos. Marido desempregado. Alê, como era chamada por parentes e amigos, foi morta por uma bala “perdida” quando preparava o almoço, em casa. Bala é achada em algum corpo, quase sempre de pessoas mais vulneráveis.

Os militantes do PSOL no Maranhão confirmaram, no último sábado (09), os nomes que comporão as chapas majoritárias ao Governo do Estado e ao Senado Federal. Em conferência estadual, o engenheiro civil e professor do IFMA (Instituto Federal do Maranhão), Odivio Rezende, foi escolhido para encabeçar a chapa, como pré-candidato a governador. O cargo de vice ficará com a professora Gigia Helena.

Vitória: a Justiça derrubou, na noite dessa terça-feira (5), a portaria do governo Michel Temer que desviava R$203 milhões de áreas sociais para a publicidade do Planalto. A ação foi movida pela bancada do PSOL na Câmara dos Deputados.

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