17 | 06 | 2019
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PCP PortugalO PCP condena o «reconhecimento» e apoio anunciado pelo Governo do PS, com o apoio do PSD e CDS, ao «presidente» fantoche nomeado pela Administração Trump para a Venezuela, que contou com o apoio imediato de Bolsonaro, numa intolerável afronta à soberania e independência da República Bolivariana da Venezuela, ao povo venezuelano, à Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional.

comunistaSolidariedade com a Revolução bolivariana e o povo venezuelano!

Condenamos firmemente a escalada de ingerência e chantagem da União Europeia contra a República Bolivariana da Venezuela, alinhada e concertada com a operação golpista de «auto-proclamação» de um presidente fantoche, orquestrada e comandada pela Administração Trump que, em arrogante violação do Direito Internacional, procura derrubar o legítimo Presidente, Nicolás Maduro, eleito pelo voto popular, e subverter a ordem constitucional venezuelana

Com a eleição de Jair Bolsonaro no Brasil surge um novo cenário geopolítico na América Latina. Se pelo lado da extrema direita está o novo mandatário brasileiro, do outro lado do espectro ideológico se encontra o governo de esquerda de Nicolás Maduro, na Venezuela. Apesar das diferenças políticas, analistas e um funcionário do corpo diplomático venezuelano escutados pelo Brasil de Fato descartam um confronto armado entre os países da região.

Representantes do Banco de Desenvolvimento da China estão na Venezuela esta semana e se reuniram com a vice-presidenta da República, Delcy Rodríguez, para discutir o aporte financeiro que os chineses darão ao Plano de Recuperação Econômica venezuelano, que está em curso no país desde o dia 20 de agosto.

Nas ruas de Caracas é possível notar maior movimentação no comércio, bares e restaurantes. Além disso, a inflação desacelerou, assim como o valor do dólar paralelo, segundo a avaliação de economistas do país. O setor bancário deixou de limitar o valor dos saques em dinheiro. Com isso, a moeda nacional, o bolívar, voltou a circular normalmente, o que não acontecia desde agosto do ano passado.

A Venezuela rechaçou nesta quinta-feira (25) as declarações do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, que evidenciam seu respaldo às teses desestabilizadoras de governos belicistas contra a nação sul-americana.

AVNAs sanções impostas por países como os Estados Unidos, seus cúmplices no continente e a União Europeia contra o povo da Venezuela impediram que o país realize pagamentos para a importação de medicamentos, denunciou a vice-ministra de Redes de Atenção Ambulatorial de Saúde da Venezuela, Indhriana Parada.

Durante seu discurso no plenário da 71º Assembleia Mundial da Saúde, que acontece até o dia 26 de maio em Genebra, Parada afirmou que desde 2013 a Venezuela tem sido alvo de uma guerra econômica e de medidas coercitivas unilaterais, que afetam a estabilidade e a saúde dos venezuelanos.

O Partido Comunista Português reafirma a solidariedade com os trabalhadores e o povo venezuelanos e a acção das forças bolivarianas em defesa da soberania e da paz, pelo desenvolvimento, a justiça e progresso sociais da Venezuela.

Denunciando e condenando as manobras de ingerência e constantes ameaças de intervenção externa contra a República Bolivariana da Venezuela, o seu Governo legítimo e constitucional e o seu povo, o PCP chama de igual modo a atenção para a intensificação da desestabilização e bloqueio económico e financeiro e para as ameaças explícitas de agressão militar por parte dos EUA e de outras potências imperialistas contra este País latino-americano.

Elías Jaua era o vice-presidente da República da Venezuela quando o ex-presidente Hugo Chávez recebeu o diagnóstico de um câncer, em junho de 2011. Homem de extrema confiança de Chávez, Jaua sempre fez parte do primeiro escalão do governo e hoje é ministro da Educação do país. Em 2013, como ministro de Relações Exteriores, visitou Chávez três vezes em Cuba, onde ele se tratava do câncer que o levou a morte em 5 de março desse mesmo ano. Cinco anos depois, Jaua revela, com exclusividade ao Brasil de Fato, como foram os últimos dias do ex-presidente venezuelano, as conversas que tiveram e quais eram as principais preocupações de Hugo Chávez.

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